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De um blog corporativo a grandes portais de notícias com atualizações minuto a minuto. Os blogs que conseguem ser construído com a auxílio de um CMS podem ser dos mais diversos tipos. O CMS (Content Management System - em tradução livre: Sistema de Gerenciamento de Conteúdos) beneficia milhões de usuários comuns ao descomplicar a construção e a atualização de blogs. Isso sem necessitar de um profundo discernimento (e investimento) em programação.


⇒ Leia bem como: Joomla x WordPress: qual é o CMS perfeito para você? No entanto, mesmo diante da facilidade que elas proporcionam, o HTML continua sendo a preferida dos programadores pela hora de criar um blog. De acordo com levantamento do website de monitoramento de métricas tecnológicas W3Techs, 57% dos sites ainda são feitos “manualmente”, isto é, com páginas HTML, dispensando o emprego de CMS.


A rapidez com a qual os blogs ficam prontos e irão para o ar, junto com a probabilidade de personalizar o design das páginas como bem apreender, auxílio a explicar a maior adesão ao HTML. Dessa forma, com isso surge a incerteza. Qual é a melhor maneira de desenvolver um site: HTML ou CMS?


Antes de entrar em fatos nessa pergunta, vale frisar que o programador, mesmo utilizando CMS para desenvolver web sites profissionais e rebuscados, necessita possuir uma bacana percepção da linguagem HTML. Caso inverso, vai se aprensentar um profissional com limitações. Em novas palavras, um excelente programador deve ser qualificado de montar sites de peculiaridade recorrendo em tão alto grau ao CMS quanto ao HTML. Neste momento, sim, vamos clarificar alguns pontos de cada técnica e, dessa forma, responder à pergunta que o título desse texto propõe.


Há uns quinze anos, só era possível fazer blogs a partir de HTML, uma vez que plataformas CMS ainda eram muito limitadas. Nesse lugar, não carecemos crer Dreamweaver um CMS, uma vez que ele é somente uma ferramenta que edita HTML com uma interface gráfica. Usando o HTML, o programador só consegue fazer web sites estáticos.


Na prática, trata-se de um website que não tem interação com banco de fatos nem sequer procura processamentos do lado do servidor (Sever Side). Simplificando, páginas HTML são arquivos interpretados diretamente pelo navegador do usuário. Isto significa, assim como, que pra fazer alguma mudança no site, como a atualização de sugestões ou a fabricação de uma nova página, é necessário editar todas as páginas “na mão” mesmo. Sem esse trabalhão, as páginas do website ficam todas quebradas.


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É então que tal a fabricação quanto a atualização de um website estático requerem um profissional gabaritado. Por outro lado, pelo fato de não ser obrigado a recorrer a servidores com PHP ou com banco de fatos instalados neles, o site poderá ser hospedado em servidores mais em conta. Quanto à personalização das páginas, só o HTML consegue reproduzir exatamente tudo o que o projeto propõe.


Por mais que o CMS ofereça milhares de templates, há certa limitação que não atende a projetos mais rebuscados. Outra vantagem de criar páginas HTML é o superior potencial de S.e.o. (otimização para sites de buscas). Descobrindo os codificadores HTML, é possível levar um site novo ao topo dos resultados nos sites de busca de modo mais rápida. Por este sentido, recomenda-se desenvolver web sites em HTML só para projetos que não demandam atualizações constantes de conteúdos. Web sites de restaurantes, como por exemplo, que servem apenas pra informar o cardápio, contato e endereço não apresentam inevitabilidade de um gerenciador de conteúdo.

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